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Esse termo está dando o que falar. Mas, para deixar você bem informada, a palavra traz a ideia de um conceito, traduzido pela despreocupação com estilos e tendências.

Alice Braga, Gisele Bündchen e Katie Holmes foram algumas famosas, consideradas “normcore”, por seus estilos descomplicados, simples e comuns. Você pode achar vários textos sobre o assunto, citados nos maiores veículos, como o “The New York Times”, a “Elle” e a “GQ”.

Normcore é uma junção de “normal” + “core” (do inglês, centro ou cerne). Significa o “centro do normal”, ou seja, quem não age influenciado por uma tribo ou febre fashion. O termo foi criado pela empresa de pesquisa de mercado K-Hole, para designar pessoas que até percebem que um item está na moda, mas não querem seguir uma moda específica – usam alguma peça porque gostam, ou se sentem confortáveis.

Dizer que uma pessoa é normcore é o mesmo que afirmar que aquela pessoa não segue tendências. Ela até pode usar um artigo da moda, mas não com o objetivo de seguir esta tendência em si. É aquele amigo que usa um acessório ou roupa, pela vontade de usar, sem se importar se vai contra ou a favor da moda. É como se fosse o voto nulo do mundo fashion.

Também vale reforçar sobre o que é a pesquisa. A K-Hole faz pesquisas sobre movimentos e tendências de moda (o que surge e o que entra em baixa) com frequência para ajudar as marcas de roupa a terem uma noção de onde vão pisar nos próximos anos.

Com os resultados, a empresa notou que artigos que eram considerados “alternativos” hoje são itens obrigatórios de estilo e cresceram em uma velocidade além do normal. Por isso, a criação do termo “normcore”, aquele cara que percebe algo novo, usa, mas de maneira não-linear.

Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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