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A obesidade é um dos grandes problemas de Saúde Pública no Brasil e no mundo. Segundo o Ministério da Saúde, 43% da população adulta está acima do peso e 11% apresenta obesidade crônica, o que desencadeia complicações metabólicas, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, além de dores na coluna, joelhos ou tornozelos.

Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada, no entanto, outros tipos de tratamento vem sendo utilizados, como as cirurgias e medicação. De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. “Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis”, explica.

Para a nutricionista Regina Corrêa, membro do Conselho Regional de Nutrição do Rio de Janeiro, a principal causa do problema não é a “tendência para engordar”, mas a adoção de hábitos alimentares inadequados. “Com uma alimentação balanceada é possível garantir a ingestão de proteínas, carboidratos e gorduras conforme a necessidade, favorecendo uma perda mais saudável e definitiva do sobrepeso”, afirmou.

Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. Uma pessoa que está acima do peso não deve ingerir mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar.. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Exercícios físicos são uma das principais estratégias para combater a obesidade. Atualmente, os exercícios valem por remédio. É muito interessante combinar os aeróbios, como a caminhada, com exercícios de resistência, como a musculação. Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e do acúmulo de gordura no fígado. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.

A obesidade não é uma doença isolada. Muitas vezes ela está acompanhada de disfunções emocionais. “Alguns pacientes sofrem com ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo”, afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Um dos critérios mais utilizado para verificar a obesidade é o índice de massa corporal (IMC). Tal valor é obtido dividindo o peso corporal em quilogramas, pelo quadrado da altura em metros. Se o valor for igual ou acima de 30, há obesidade.

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Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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