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Os medos fazem parte da nossa vida, desde o início…
Foi com medo que aprendemos a andar, a correr, a usar os automóveis e a viver. Os sintomas do medo constroem, reconstroem, mas também destroem. São eles que possibilitam os conflitos que existem no nosso interior, responsáveis pelo nosso crescimento. Em algum momento da nossa vida precisamos vencê-los, ou ele nos vencerá.

Momentos novos sempre trazem muitas incertezas, quando algo chega ao fim é hora de parar e acreditar que algo bom botará. É importante olharmos para trás, e ter certeza que daquele tempo que vai passar ficarão coisas boas. E mais importante ainda olhar pra frente e acreditar que tudo que vier, trará em si a novidade, e nos surpreenderá positivamente. Afinal, esse não é nosso primeiro começo, e se já começamos uma vez, podemos fazer isso com muita facilidade.

Se arrisque a viver a vida do jeito e da forma que ela se apresenta. Faça o seu melhor, viva consigo mesmo, e descubra que isso também é maravilhoso. Não tente mudar as formas ou atrasar o novo. Viver a vida nunca é fazer tudo que se tem vontade, mas, é descobri novos horizontes, novos sonhos e porque não novas conquistas?

Não pense em avaliar o que está acontecendo agora. Simplesmente vá caminhando, devagar e acreditando que esse não é o fim, é exatamente o contrário disso, mais um começo. Gosto da frase de Augusto Cury que diz: “Quem vence sem risco, triunfa sem glória! Não tenha medo da vida, não tenha medo de vivê-la”.

Entenda que é bastante normal se questionar sobre qual é a melhor forma de viver a vida? Ou em qual direção devemos ir? Mas não esqueça que no fundo, no fundo você já sabe de tudo.

Apenas vá vivendo e se possível, me conte como foi mais esse começo!

Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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