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Vivemos em um mundo ativo e em constante mudança. Muitas vezes somos vítimas da mudança, ou em momentos mais difíceis, os responsáveis por ela. No primeiro caso, carregaremos as marcas que elas nos deixarão. No momento em que os fatos acontecem, nem sabemos definir de pronto, quais serão essas marcas.

É só passar os 365 dias que correspondem a um ano, que logo pensamos em mudança. Planejamos o futuro, pensamos no que faremos nos próximos 365 dias e analisamos onde gostaríamos de estar na próxima virada. É comum lembrarmos de algumas coisas que não saíram bem como planejamos, e alguns se sentem capazes de retomar de onde errou e continuar avançando.

E carregamos, do ano que se foi, muitas marcas. Alguns lembrarão de uma música, de um cheiro, uma imagem. Outros sentirão a sensação de momentos completos, vividos de forma especial. Outros estão tentando esquecer o que aconteceu, para acreditar que 2017 realmente será melhor.

Não importa em qual categoria você se encontre. O fato é que o futuro é um lugar muito desconhecido. Para onde vamos com a bagagem de uma vida toda. E aquilo que momentaneamente parece ruim, lá na frente, quando você revirar suas memórias, você poderá descobrir que foi muito bom.

Então não traga nenhum peso para 2017. Chegue leve nesse novo ano. Se proponha a acreditar que o que passou valeu. Vá vivendo, levando a vida, fazendo o bem, se encantando. E se a vida teimar em trazer de volta algo que possa doer, revire sua mente e encontre as coisas boas, que te fizeram feliz.

Mesmo os momentos ou as pessoas de menor significância ficam registradas no disco central chamado cérebro. E só você quem pode saber qual a melhor área para acessar a fim de trazer alegria.

Não sofra e nem machuque. Aguenta firme, que tem muita vida a sua frente!

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Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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