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Você já teve a sensação de desconhecer as razões dos seus problemas? Já tentou encontrar respostas para algumas situações, e dormir sem descobrí-las?

Você não está sozinha. Essas dúvidas são antigas. Vale lembrarmos do paradoxo socrático – “Só sei que nada sei” –  Ele também teve dias que não encontrou as respostas que procurava. Desde Platão, os filósofos diziam, que não se pode saber nada com absoluta certeza. Então não tente encontrar tantas respostas.

Mas, nós mulheres temos dias assim. Como é difícil saber quando erramos ou acertamos. Que droga de dúvida que sempre pega a gente, tudo que queremos é que as coisas saíam como planejamos, como desejamos. Se não saem, temos a mania de pensar que não serve.

Mas essas são as sequelas de um imediatismo que tomou conta do nossos dias. Não esperamos sinais abrir, não esperamos a internet conectar, não esperamos nem a comida descer pelo goela. Buzinamos, desistimos, levantamos da mesa do restaurante ainda mastigando, como se 2 minutos a mais no dia fizessem muita diferença.

Temos a sensação que as decepções marcam interesses que não foram levados à sério. Interesses nossos, moldados por nós e  que julgamos ser mais importantes que todo o resto do mundo.

E quantas vezes nossa percepção é: que chato saber que eu não sou a coisa mais importante na vida de alguém!

Porque queremos tanto isso? Não sei. Somos levadas a acreditar que os movimentos de rotação e translação desse mundo só acontecem por nossa causa. Quero te avisar que não é!!! Há vidas em outros cantos desse mundo e até bem pertinho de nós que também querem o melhor.

E agora? Onde vamos parar?
Esquecemos de conhecer e valorizar o outro. Esquecemos de esperar o tempo passar e a nossa história encontrar o caminho, onde a maior descoberta é a sermos a coisa mais importante para nós mesmo!!

Lembre-se, enquanto você espera pelo outro, perde a chance de conhecer a você mesmo.

Kisses for you!

Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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