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Com o Carnaval batendo na porta, a gente tem duas escolhas para o período de feriado: relaxar totalmente, ou se atirar na folia e não parar mais. Para quem gosta de agito, a boa desculpa para se sacudir de sexta até quarta-feira de cinzas, é que, pesquisadores descobriram que descansar pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Isso mesmo, ficar parado é como ativar uma bomba relógio no organismo. Uma pesquisa da Universidade de Maastricht, na Holanda, alerta que cada hora de sedentarismo diário pode aumentar o risco do desenvolvimento do diabetes tipo 2 em até 22%. Isso associado ao estilo de vida pouco saudável.

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Então se acabe de pular, de dançar, mas não esqueça de se alimentar muito bem. Pois no mesmo período, uma pessoa em repouso pode ter um risco 39% maior de registrar síndromes metabólicas — um conjunto de fatores que podem levar a doenças cardiovasculares, como a obesidade, o aumento da pressão sanguínea, alterações na glicose e redução da taxa de HDL, conhecido como o colesterol bom.

Na verdade os pesquisadores holandeses cruzaram informações sobre características do sedentarismo e do metabolismo. Todos usaram, por oito dias seguidos e sem interrupções, um aparelho que detectava movimentos. O mesmo considerava que ao levantar, uma pessoa já pratica uma atividade física.

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Especialista em Endocrinologia, Diabetes e Metabologia da Uerj, Carlos Henrique Moraes destaca que o emagrecimento e a rotina de exercícios físicos podem reduzir a necessidade de medicação do diabético. – “É melhor observar um obeso fisicamente ativo do que um magro sedentário”.

Então nada de aninhar-se na cama durante o Carnaval. Nessa festa, o seu desafio é não ficar parado. E como eu sei que para alguns isso é bastante fácil, meu conselho é simples: caia na folia!! Isso lembrando que você irá precisar continuar a se movimentar depois!!!

Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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