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A vida moderna transformou tudo, tão rápido…

Agora uma curtida nas redes sociais é bem mais importante do que um amigo chamando no portão. Portão? Onde foram parar os portões da casa? Os amigos chamando? Os vizinhos batendo palma? Pedindo ajuda? Levando presentes?
Trancamos as casas, subimos os degraus, as grades e nos fechamos no nosso mundo.

De real nos transformamos em seres virtuais. Complexos, amáveis, cheios de ideias… Na verdade as ideias sempre existiram e pairavam nas mentes humanas, pousando triste sem ter como se exibir. Hoje os pensamentos estão aí.. Nas páginas de pessoas das mais diferentes idades.

Conhecemos todo mundo e não conhecemos ninguém. Subimos escadas e não chegamos a lugar nenhum, e aperto de mão já não existe mais, se transformou em cutucada.

Nessa nostalgia disforme e tão eletrônica, nos transformamos sem perceber. Queremos encontrar alguém, e quando encontramos já não queremos mais. Nos perdemos dentro de nós mesmo. Saímos para o mundo através das telas dos tablets, e celulares e esquecemos de olhar nos olhos, de sentir na pele e de dar lugar ao que não é mais teoria e sim sentimentos.

Ficamos frios e nos perdemos em uma estrada coberta por chips, fios e placas. Penso que há de chegar a hora de aprendermos a conviver com o que antes era desenho e ficção. E então colocaremos os pés no chão e aprenderemos que amor não é apenas palavra escrita, amor é a palavra dita, sentida e vivida… que não acaba, não morre e não mata!

Sobre o Autor(a)

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Lione Acácia, geminiana, apenas para constar, porque não me ligo nisso. Adoro moda, batata frita e gente de todo o tipo. Nasci perguntadeira e me especializei nisso, fazendo jornalismo. Adoro uma conversa solta, me inspiro em minhas análises do cotidiano, e faço o meu mundo baseado nos mundos de todo mundo. Não sou fútil, mas desconfio não ser útil!

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